Thursday, 31 December 2009
Tuesday, 15 December 2009
Quando a alma é demasiadamente pequena
A existência de certas pessoas consiste apenas num só propósito: Destruir. A cegueira causada pelo ódio e sede de vingança é tão grande que a única coisa que se lhes depara na mente é a destruição. Destruir... Tudo e todos.
Esta é a única razão da sua existência.
"...Esqueci-me de mandar um beijinho á minha tia Guida que mora em Coimbra...."
Saravah!!!
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Tuesday, 8 December 2009
divagações/ Falas de civilização... (Alberto Caeiro)
Poderia escrever o quanto estou aborrecida com isto ou aquilo...
Poderia descrever os mal-entendidos e gracejos inoportunos...
Não
Prefiro dizer apenas...
Estou aqui, ainda,
e estarei sempre até que me faltem
as palavras, os motes, os gostos...
Se aqueles que não respeitam, existem...
É porque não se respeitam-se a si próprios.
Mas tudo isto é um clichê
palavras demasiadamente usadas
abusadas.
Seja como for...
Poderia... Mas não o faço.
HSS
Falas de civilização...
Falas de civilização, e de não dever ser,
Ou de não dever ser assim.
Dizes que todos sofrem, ou a maioria de todos,
Com as coisas humanas postas desta maneira,
Dizes que se fossem diferentes, sofreriam menos.
Dizes que se fossem como tu queres, seriam melhor.
Escuto sem te ouvir.
Para que te quereria eu ouvir?
Ouvindo-te nada ficaria sabendo.
Se as coisas fossem diferentes, seriam diferentes: eis tudo.
Se as coisas fossem como tu queres, seriam só como tu queres.
Ai de ti e de todos que levam a vida
A querer inventar a máquina de fazer felicidade!
Alberto Caeiro
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Friday, 4 December 2009
POBRES DOS NOSSOS RICOS (Mia Couto)
POBRES DOS NOSSOS RICOS
A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados.
Rico é quem possui meios de produção.
Rico é quem gera dinheiro e dá emprego.
Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro, ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.
A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos". Aquilo que têm, não detêm.
Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas.
Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram.
Vivem na obsessão de poderem ser roubados. Necessitavam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por lançá-los a eles próprios na cadeia. Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem (...)
MIA COUTO
Nasceu na Beira, a segunda cidade de Moçambique, em 1955. Ele disse uma vez que não tinha uma "terra-mãe" - tinha uma "água-mãe", referindo-se à tendência daquela cidade baixa e localizada à beira do Oceano Índico para ficar inundada.
Iniciou o curso de Medicina ao mesmo tempo que se iniciava no jornalismo e abandonou aquele curso para se dedicar a tempo inteiro à segunda ocupação. Foi director da Agência de Informação de Moçambique e mais tarde tirou o curso deBiologia, profissão que exerce até agora. Foi recentemente entrevistado pela revista ISTOÉ[1]."
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Tuesday, 1 December 2009
1º de Dezembro
No sábado 1 de Dezembro de 1640, um grupo que se estima em quarenta nobres dirigiu-se pelas nove horas ao Paço da Ribeira, onde venceu a resistência da guarda real e reduziu ao
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Thursday, 26 November 2009
Interlúdio

Aviso Prévio
Crescente dourado...
Apenas... Mais um poema
neste momento...
Escolhe
a mãe de outro
convida a
amor imperfeito
Consciência,
perigo
horizonte
desgosto...
Transparência,
ressurreição
Epitáfio,
promessa...
Perdida
para alguém.
Quem se atreve a dizer que não sou feliz?
Exploração
vaidade
eufóricos
lugares comuns...
Consequência
completamente Zen
mulher borboleta...
Borboleta mulher
todas as cores...
Um especial "Obrigada"
Ad Immortalitem...
Paz...
Adeus
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Sunday, 22 November 2009
Thursday, 12 November 2009
Tuesday, 3 November 2009
Friday, 23 October 2009
A outra Ilha ( Décio Oliveira)
A outra Ilha
Eu sou a outra Ilha,
A décima como me chamam,
A imigrada,
Afastada das nove
Pelas intempéries do destino
Em busca de melhor sorte
Por mares e terras doutras gentes;
Olhos postos no horizonte da vida,
Empurrados por uma mãe Pátria
Que não soube exprimir o seu remorso.
Exploração humana.
Trouxe comigo
Penedos de saudade,
Aldeias de dor,
Badaladas da mente,
Gemidos da alma,
Sonhos espesinhados,
Praias despidas,
Pedaços de luar,
Aspirações destruidas,
Trindades amargas,
Ausência dolorosa,
O marulhar das ondas do abandono,
O tormento de partir sem lar,
Sem sono,
Só saudade...
Ilha esquecida.
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Thursday, 22 October 2009
LOVE IS A COMPANY
LOVE IS A COMPANY
Love is a company.
I do not know just by walking paths,
because I can not walk alone.
A visible thought makes me walk faster and see less,
and at the same time like to go and see everything.
Even the lack of it is something that is with me.
And I like it so much I do not know how to be desired.
If I do not see, imagine it and I'm strong and tall trees.
But if I shiver, I do not know what is than I made in her absence.
All I'm any force that leaves me.
All reality looks to me like a sunflower with her face in the middle.
Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)
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Hoje é Dia de "bola" é dia do Glorioso!

Este é sem dúvida um dos melhores videos que eu já vi sobre o Glorioso que espelha o que muitos e muitos sentem. O seu autor é sem dúvida um benfiquista de Alma e Coração. Isto é dedicado a todos os que ainda sentem a mística deste grande clube. à minha Mãe que "sofre" :) um beijo maiê. )
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Tuesday, 13 October 2009
Tuesday, 29 September 2009
Azul e Branco

"Azul e Branco"
Ergue bem alto
este azul e branco
que pode renascer
nos corações adormecidos
de um século de convulsões
despeitos e ironias.
Ergue bem alto
valores de há muito desaparecidos
lava as almas entorpecidas
de repúblicas e democracias
e outras idossincrasias.
Ergue bem alto
esse azul e branco
traz de volta os valores
que se perderam
em nome de elegias
impróprias e enlouquecidas
Ergue bem alto
esse azul e branco
que de esperanças sobrevive
e que nos mastros solenes
esvoace em gritos e cânticos
de louvor à Alma Lusa
que se rebelou.
Ergue bem alto
esse Azul e Branco.
HSSoares
09/29/09
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Andei por aí perdida...
Andei por aí perdida, há muito que não me dedicava ao blog, talvez por falta de tempo ou simplesmente porque não me apetecia. Um estado de letargia a que me entreguei durante algum tempo.
Andei a divagar, cirandar, por aqui e além, conhecendo e entregando-me ao meu maior prazer: Poesia.
Neste momento e, de rumo bem traçado resolvi retomar ao que me propus mas não sem antes render a minha homenagem a quem me incentivou e me incutiu ainda mais este meu gosto. A todos eles um enorme Bem Haja.
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Saturday, 22 August 2009
Wednesday, 12 August 2009
Saturday, 25 July 2009
Wednesday, 22 July 2009
Quota (Portuguese)
A Sombra da Maldade esconde-se por debaixo de hábitos que instigam à destruição de outros com o simples propósito de alcançar fama e sucesso.
HSSoares
07/22/09
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Sunday, 19 July 2009
Wednesday, 15 July 2009
Monday, 13 July 2009
Just another poem (french/english/portuguese)
En quête de solitude et de gagner la timidité,
le peintre trouve la lumière qui brillaient dans l'obscurité
de l'extérieur du mur ... le café de la place,
la terrasse du café de la place du forum.
Le peintre avait un rêve, et a été dans la maison qui a tenu.
Je pense dans la maison jaune,
ce qui laisse la porte pas heureux que moi.
Dans un geste de nostalgie, de prendre mes lèvres triste,
pauvre et nu, ouvert à la page d'un livre.
Je Regarde les étagères, plus frais, des livres sourd, vivant dans silence.
Je chéris le dos, je sens que je joue dans le calme de l'eau froide des prairies .
Je me tourne vers vous, de partager un poème par un souriant embrassé serré,
je vous regarde avec une sourire clair,
qui ouvrent les violettes et au goût du vent répandre le parfum de miel .
In search of loneliness and to earn bashfulness,
the painter finds light which shone in darkness
outside the café wall to the square,
the terrace of the forum café.
The painter had a dream, and was in the yellow house which held.
I think in the yellow house,
I think in the door where I left the cheerful steps that I have not.
In a gesture of nostalgia, to take my lips sad,
poor and bare, opened a page of a book.
I Look at shelving, more freshly, of deaf, living books in silence.
I cherish the back, I have a feeling that I play in the peace of the cold water meadows.
I turn to you, to share a poem by smiling one gripped embracing,
I look you with a clear smile,
which open violets and to the taste of the wind spreading the perfume of honey.
Procurando a solidão e vencendo a timidez,
o pintor encontrou a luz que brilhava na escuridão
desde a parede exterior do café á praça..., A esplanada
do café do fórum.
O pintor tinha um sonho, e foi na casa amarela que ele o realizou .
Penso numa casa amarela,
penso na porta onde deixei passos alegres que
não tenho.
Num gesto de saudade, levo os meus lábios tristes,
pobres e despidos à página aberta de
um livro.
Olho as estantes, frias, os livros mudos, vivos no silêncio.
Acaricio as lombadas, sinto que toco
em água silenciosa nos pastos frios.
Queria olhar para ti, trocar um poema sorridente por um abraço apertado,
Queria olhar para ti com um sorriso claro e que se abrissem as violetas
e o vento espalhasse uma aragem de mel.
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Friday, 10 July 2009
O artista maldito
O artista "maudit" moderno nunca tem uma vida sexual enriquecida. Queixa-se sempre da escassez, como Morrissey, Pedro Mexia, etc. Parece-me mesmo que se tornou numa espécie de cliché. Onde autores como Camões, ou Garrett, se queixavam do sofrimento de amor (um estado de espírito que caiu em desuso pelo ridículo), os escritores de hoje em dia queixam-se apenas de falta de sexo...
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Saturday, 13 June 2009
Thursday, 11 June 2009
Confesso e não confesso
Existem vários tipos de pedidos de desculpas. Um deles recorre à brilhante forma de "confesso que fiz mal mas fui levada(o) a isso..." outra "confesso fiz mal não torno a fazer nem que me matem!..."
Não sei se haverá mais, mas com certeza que sim. Saídas airosas para problemas criados por nós próprios essas são sempre difíceis de se encontrar. Mas há sempre quem o consiga através de bonitas palavras cheias de arrependimentos comedidos e dramáticos, geometricamente estudados. A culpa é sempre do "outro", nunca morre solteira. Vou ao fundo? Vou levar alguém comigo. Para quê gastar saliva, ou melhor dizendo tinta e tempo para dizer: Sim a culpa é minha mas fui levada(o) a isso quando em consciência há algo mais por detrás disso?
Desculpas aceites, arrependimentos desfeitos. E depois?
Concentram-se de novo as energias num ciclo infinito onde as palavras e actos emaranham-se com o único propósito de se ser aceite.
Desculpas aceites, arrependimentos desfeitos.
Na consciência... O alívio de mais "uma" que passou.
Confesso e não confesso.
HSSoares
11/06/09
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The Matter of Words (in pavão Negro)

We are here. We question persistent symbols.
It is the hour of the infinite mistake-hit.
The figure of our peculiarity tours words
insensible matter of an elusive power.
Divergent confessions pave our hesitation.
There is a drunkenness of mourning in our acts-keys.
We aspire to the high freedom
a good always suspended what crucifies us.
Full of greedy hopes we fly
and then we plunge into this another imaginary sphere.
With risky attention we aspire to the happy news piece of one
perfection
specialist in failures.
Foreigners always
acute we gather divergent results
Ana Hatherly
"O Pavão Negro" (The Black Peacock)
Assírio&Alvim
2003
saint preux concerto pour une voix.mid -
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Tuesday, 9 June 2009
10 de Junho Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas
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Sunday, 7 June 2009
Mario Cesariny
Ainda tenho em mente a imagem magra, franzina, uma bengala na mão, quem sabe se por vaidade ou se por vontade...
Ainda tenho em mente, a figura esbelta, rebelde...
passando na rua sem saída onde habitávamos,
nas noites de solidão.
Ainda tenho em mente
o sorriso cordial, sempre presente, quando passavas
p'lo grupo de miúdos de guitarra na mão e canções idealistas
nessas noites de Verão.
Ainda tenho em mente
"là vai o Mário..." e os "boas noites!"
e o sorriso sempre presente
Ainda tenho em mente
sempre presente
a figura magra, franzina,
voz calma e serena
quando conversávamos, por momentos,
antes de ires procurar a tua inspiração
nessas noites de Verão.
7/06/09
HSSoares
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Friday, 5 June 2009
The Hell
The HELL
This is one of who realizes things, not of the one who decorates them!
In an examination of physics in Aveiro's University - read, it is
delirious. This is a luxury answer!!
Dr. X (we are going to maintain the anonymity in the measure of possible), of the Physics Dep. from Aveiro's University is known because of asking questions
like: "Why the aeroplanes fly? ".
His only question in the final proof of May 1997 to the group of " Transmission of Moment, Mass and Heat II " was: " The HELL
is it EXOTHERMIC OR ENDOTHERMIC? " Justify the answer. " (in other words,
he was intending to know if the Hell is a system that frees heat or if
it receives heat).
Several pupils justified their opinions based on Boyle's Law
or in some variant of same, but there was a pupil, Y, who answered it
like this:
« Firstly, we postulate what, if the souls exist, then must have
some mass. If They will have, then a mol of souls also has mass.
Then, in which percentage in which the souls are entering and going out from the hell?
I think that we can assume certainly that as soon as a soul enters in the hell never again it goes out. Therefore, there are no souls to go out.
For the souls that enter in the hell, we are going to give a peep to different religions that exist in the world nowadays. Some of this religions preach that, if you do not belong to it, then you go to Hell. Since there is more than a religion of this type and persons do not have two religions, we can project that all the persons and souls go to the hell.
With the birth taxes rate and mortality the way that are, we can wait for a growth exponential from the souls in the hell.
Now we are going to look at the change of volume tax in the hell. The Law
of Boyle says that for the temperature and the pressure in hell been
constant, the relation between the mass of the souls and the volume of the Hell must be also constant.
There are then two options:
1) If hell expands in a less tax than the tax with what the
souls enter, then the temperature and the pressure in hell increase
until explodes.
2) If hell is expanding in a bigger tax than the entry of souls, then the temperature and the pressure will be going to go down up untill hell freezes.
Then, which of two options is the correct one? If we accept what Teresa
said to me, my first year colleague: " There will be a cold night
in the hell before I go to bed with you " and taking into account what
I still did not obtain success in the attempt of making love with her, then
option 2 is not true. IN OTHER WORDS, THE HELL is EXOTHERMIC. »
The Y pupil took away the only one " 20 " in the group. And in my opinion, it was deserving to go to bed with Teresa...
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Sunday, 24 May 2009
Monday, 18 May 2009
Thursday, 14 May 2009
Rainer Maria Rilke (also Rainer Maria von Rilke) (4 December 1875 – 29 December 1926)
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Wednesday, 13 May 2009
Tuesday, 12 May 2009
Friday, 8 May 2009
Thursday, 7 May 2009
Saturday, 2 May 2009
Wednesday, 29 April 2009
Zohar (Moses de Leon)
Not a great deal is known about the life of Moses de Leon. He was born in the vibrant Jewish community in Muslim Spain sometime around 1250 or a little before. He studied philosophy and was eventually drawn to the Jewish mystical practices of Kabbalah.
Moses ben Shem-Tov de Leon was born, as the epithet in his name implies, in Leon. He lived for many years in Guadalajara, an important center of Kabbalah in Muslim Spain. Sometime after about 1291, he traveled extensively and, in 1305, he died at Arevalo.
He composed a "Mystical Midrash" looking at the inner meaning of the Torah and wrote philosophical papers to counterbalance what he saw as excessive reliance on rationalism and the denigration of Jewish tradition and mystical striving.
The work most associated with Moses de Leon is the Zohar (or, more fully, the Sefer ha Zohar) which can be translated as The Book of Splendor, Radiance, Enlightenment. The Zohar is a collection of stories and visionary observations on the divine nature of reality, organized as commentary upon the Torah. It has come to be one of the central texts of Kabbalistic study.
The true authorship of the Zohar is an area of contention even to this day. When Moses de Leon began distributing hand copied portions of the Zohar about 1281 to fellow students of the Kabbalah, he asserted that it had been composed in the third century CE by the greatly respected Rabbi Shim'on. Disputes about its antiquity emerged almost immediately following Moses de Leon's death. The Aramaic language in which it is composed contains certain idiosyncrasies and anachronistic uses. De Leon's own widow eventually claimed that her husband composed the Zohar himself.
Most modern scholars believe that Moses de Leon was the author of the Zohar. Kabbalists naturally point out that the later authorship does not diminish the wisdom and profound truth -- or poetic beauty -- given to us in the Zohar.
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The Gates (from Openings)
He [Abraham] was sitting in the opening of the tent....
Sarah heard from the opening of the tent. (Genesis 18:1, 10)
Rabbi Judah opened
"'Her husband is known in the gates
when he sits among the elders of the land'
(Proverbs 31:23).
Come and see:
The Blessed Holy One has ascended in glory.
He is hidden, concealed, far beyond.
There is no one in the world, nor has there ever been,
who can understand His wisdom or withstand Him.
He is hidden, concealed, transcendent, beyond, beyond.
The beings up above and the creatures down below--
none of them can comprehend.
All they can say is:
"Blessed be the Presence of YHVH in His place'
(Ezekiel 3:12)
The ones below proclaim that He is above:
'His Presence is above the heavens'
(Psalms 113:4)
the ones above proclaim that He is below:
'Your Presence is over all the earth'
(Psalms 57:12).
Finally all of them, above and below, declare:
'Blessed be the Presence of YHVH wherever He is!'
For He is unknowable.
No one has ever been able to identify Him.
How, then, can you say:
'Her husband is known in the gates'?
Her husband is the Blessed Holy One!
Indeed, He is known in the gates.
He is known and grasped
to the degree that one opens the gates of imagination!
The capacity to connect with the spirit of wisdom,
to imagine in one's heart-mind--
this is how God becomes known.
Therefore 'Her husband is known in the gates,'
through the gates of imagination.
But that He be known as He really is?
No one has ever been able to attain such knowledge of Him."
Rabbi Shim'on said
"'Her husband is known in the gates.'
Who are these gates?
The ones addressed in the Psalm:
'O gates, lift up your heads!
Be lifted up, openings of eternity,
so the King of Glory may come!'
(Psalms 24:7)
Through these gates, these spheres on high,
the Blessed Holy One becomes known.
Were it not so, no one could commune with Him.
Come and see:
Neshamah of a human being is unknowable
except through limbs of the body,
subordinates of neshamah who carry out what she designs.
Thus she is known and unknown.
The Blessed Holy One too is known and unknown.
For He is Neshamah of neshamah, Pneuma of pneuma,
completely hidden away;
but through these gates, openings for neshumah,
the Blessed Holy One becomes known.
Come and see:
There is opening within opening,
level beyond level.
Through these the Glory of God becomes known.
'The opening of the tent' is the opening of Righteousness,
as the Psalmist says:
'Open for me the gates of righteousness...'
(Psalms 118:19).
This is the first opening to enter.
Through this opening, all other high openings come into view.
One who attains the clarity of this opening
discovers all the other openings,
for all of them abide here.
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Monday, 27 April 2009
Swine influenza
27 April 2009 -- The Emergency Committee, established in compliance with the International Health Regulations (2005), held its second meeting on 27 April 2009. The Committee considered available data on confirmed outbreaks of A/H1N1 swine influenza in the United States of America, Mexico, and Canada. The Committee also considered reports of possible spread to additional countries. On the advice of the Committee, the WHO Director-General has raised the level of influenza pandemic alert from the current phase 3 to phase 4.
27 April 2009 -- The current situation regarding the outbreak of swine influenza A(H1N1) is evolving rapidly. As of 27 April 2009, the United States Government has reported 40 laboratory confirmed human cases of swine influenza A(H1N1), with no deaths. Mexico has reported 26 confirmed human cases of infection with the same virus, including seven deaths. Canada has reported six cases, with no deaths, while Spain has reported one case, with no deaths.
Further information on the situation will be available on the WHO website on a regular basis.
WHO advises no restriction of regular travel or closure of borders. It is considered prudent for people who are ill to delay international travel and for people developing symptoms following international travel to seek medical attention, in line with guidance from national authorities.
There is also no risk of infection from this virus from consumption of well-cooked pork and pork products. Individuals are advised to wash hands thoroughly with soap and water on a regular basis and should seek medical attention if they develop any symptoms of influenza-like illness.
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Sunday, 26 April 2009
Santo Condestável

Nun'ÁlvaresPereira
Nuno Álvares Pereira
What halo encircles you?
It is the sword that, swirling,
Makes the lofty air lose
Its dark, soft blue.
But what sword is it that, raised aloft,
Makes that halo in the sky?
It is Excalibur, the anointed blade,
Which King Arthur bestowed upon you.
Hope accomplished,
St. Portugal in essence,
Raise your sword like a torch
To light the path for us.
Fernando Pessoa ( in Mensagem)
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S. Nuno Santa Maria Álvares Pereira

O processo de elevação de Nun’Álvares Pereira aos altares encontrou inúmeras dificuldades no trânsito do tempo. Nascido em 1360, na adolescência sonhava ser um novo “Galaaz”, influenciado pelas novelas de cavalaria, que muito gostava de ler. A crise dinástica de 1383-1385 dá-lhe oportunidade de provar que ser Galaaz era, muito mais do que sonho, uma realidade. Sê-lo-ia, antes de mais, em nome da Pátria, na qualidade de Condestável do Reino, em defesa da independência nacional e da unidade católica da Igreja. Naquele tempo, Castela aceitara obedecer ao anti-Papa de Avinhão (Clemente VII), pelo que a entrega da coroa portuguesa a D. João de Castela poria o Reino em situação de cisma e infidelidade a Roma. O triunvirato (D. João Mestre de Aviz, o Condestável Álvares Pereira, o jurista Dr. João das Regras) lutava em duas frentes: a independência nacional e a lealdade à Igreja Universal. Não fora a luta por esta lealdade, e Roma teria certa dificuldade em reconhecer o primado da soberania portuguesa face a Castela.
O título de “Nação Fidelíssima” foi ganho, sem dúvida, nestas difíceis circunstâncias. O sentido de catolicidade eclesial motivou a Casa de Aviz para a Reconquista cristã em África. Cumpre lembrar que o Norte de África, então sob o império muçulmano, fora em parte cristão, e que o domínio árabe abafara as comunidades cristãs, algumas delas do tempo de Santo Agostinho; e que, por conseguinte, a Reconquista abrangia, para além do Algarve, os Algarves, a África do Norte. Nun’Álvares esteve em Ceuta, participando da gesta inicial da Expansão e da Missionação.
Tendo fundado o Convento de Nª Sª do Vencimento em Lisboa, no morro acima do Vale Verde (Rossio) enfrentando o Castelo de S. Jorge, Convento esse que doaria com inúmeros dos seus bens temporais à Ordem dos Irmãos de Nossa Senhora do Carmo, que desde logo povoou a nova casa com frades provindos de Moura, ele mesmo, Nun’Álvares, iniciou a segunda fase da sua vida de Galaaz, agora Galaaz de Deus, ao professar na Ordem que escolhera e na casa que erguera, em 1423. Oito anos depois (1431) faleceria em odor de santidade, a fama de santo ecoando por todo o Reino.
A Casa de Aviz, ainda no tempo de D. Duarte, fez tudo quanto esteve ao seu alcance para obter desde logo uma elevação canónica, mas sem efeito. Novas tentativas foram feitas em 1641, em 1674, em 1894, mas só em 1918, na sequência de sólida campanha iniciada pela Associação Nun’Álvares, apoiada pelos Bispos, pelas Ordens Terceiras, e propagandeada pela Ala do Santo Condestável, a Santa Sé deu um primeiro passo, reconhecendo a muito antiga fama de santidade, e autorizando um culto público, se bem que restringido a Portugal, cujo Directório Litúrgico situa a memória festiva em 6 de Novembro.
Conforme se depreende do título, esta Antologia contempla Nuno de Santa Maria in specie. Não cuidamos de uma escolha de textos relativos à integral personalidade de Nuno – o militar, o patriota, o guerreiro, o monge, o santo – que são facetas inerentes aos nomes em que o identificamos: Conde de Ourém, Nuno Álvares Pereira, Condestável…, cuidamos sobretudo de Frei Nuno de Santa Maria, da sua espiritualidade, dos carismas e das virtudes (cardeais e teologais) segundo os testemunhos, ou de quem o conheceu, ou de quem o estudou. A Apresentação é muito breve. O que nela tem relevo é a Cronologia Fundamental, pois, com ela, evitamos escrever um esboço biográfico, pois há muitos, e deveras excelentes, e facultamos ao leitor uma visão sequencial e sinóptica das datas mais apelativas – por um lado, as da sua vida, e, por outro lado, as subsequentes e consequentes à morte e projecção na história da Igreja e da Pátria, chamando a conclave as diversas ocasiões em que se pugnou pela beatificação (que muito demorou) e se tem pugnado pela justa canonização (na expectativa da qual vivemos).
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Friday, 24 April 2009
Desgovernação Socialista
I
A fobia eleitoralista
para iludir a realidade,
faz deste (des)Governo socialista
um precursor da imbecilidade.
A poeira eleitoral
lançada diariamente,
é feita de política imoral
iludindo miseravelmente!
Não se sentindo enganado,
o mexilhão reprova os ilusionistas,
este (des)Governo falhado
é composto por débeis ficcionistas!
II
A marca da desgovernação
é terrível e escandalosa,
a teoria da negação
é de natureza ardilosa.
Esta catástrofe social
tem uma marca bem vincada,
este socialismo demencial
é feito de política tresloucada!
O mexilhão trabalhador
e perfeitamente capacitado,
não é de todo merecedor
de um (des)Governo inabilitado!
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Thursday, 23 April 2009
April Poems

I Am Portuguese Here
I am a Portuguese
here
in land and hunger cut
done from clay and coal
torn by the northern wind
death certain lover
in the silence of the aggression.
I am a Portuguese
here
born from this side
on this side of life
from the suffering side
of the repeated misery
of the barefoot foot
of the wind.
I was born
from this side of the city
in this edge
in the middle of the storm
during the kingdom of fear.
Always betting on travel
when the results were bitter
and the moonlight sour.
I am a Portuguese
here
in the lying theater
but at last true
in the easy feint
in the pleasure
in the painful smile
in a sailor swaying.
I was born
from this side of the gentleness
of heart torn to pieces
I am a son of the adventure
of the anecdote
of the chance
champion of the impromptu,
I bring the hand dirty with blood
soaking the land I tread.
I am a Portuguese
here
in the brilliantine in which I wrap up,
of the top of my corner
the conversation and the storm
I am a son of the reel
of the immense gesture
in the strings of the disentangle.
I was born
here
in April
when I forgot all the longing
and began to invent
in each gesture
the freedom.
I was born
here
near the sea
of a singing hurted throat.
I am unfinished
party
almost absent
I am the fight
the ancient struggle
renewed
still urgent.
I am a Portuguese
here
the Portuguese without master
but with way.
I am a Portuguese
here
and I inhale April
flying
inside the chest.
I am Portuguese here
(José Fanha)
translation HSSoares
Venham Mais Cinco - José Afonso
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Wednesday, 15 April 2009
Descansa em paz Jorge
O que parecia um fim-de-semana de férias para Jorge Vasconcelos acabou em tragédia quando no passado sábado, este docente universitário de 36 anos foi vítima de um AVC enquanto estava em São Jorge. A demora na sua evacuação terá sido fatal segundo familiares e amigos que apresentou queixa no Ministério Público. A Secretaria Regional da Saúde determinou a instauração de um processo de inquérito para apurar os factos e eventuais responsabilidades ocorridos neste caso.
Segundo explicou ao nosso jornal fonte familiar, tudo terá acontecido na manhã de sábado, dia 11 de Abril, quando Jorge Vasconcelos se terá sentido mal, sendo conduzido de imediato ao Centro de Saúde de Velas.
Da avaliação feita pelos médicos daquela unidade de saúde concluiu-se que se tratavam de sintomas claros de uma eventual lesão cerebral e por não disporem de meios para atender um caso desta natureza, os clínicos contactaram de imediato o neurocirurgião de serviço do Hospital do Divino Espírito Santo.
Segundo os familiares de Jorge Vasconcelos, o mesmo terá recusado receber a evacuação deste doente, remetendo a situação para o Hospital do Santo Espírito, em Angra do Heroísmo.
“Ele ao chegar ao hospital de Ponta Delgada automaticamente teria todos os meios pois não se sabia se era a nível de neurocirurgia ou de neurologia”, disse, acrescentando que “só se sabia que era a nível cerebral e em Ponta Delgada teria todos os meios ao dispor para o diagnóstico”.
Como refere a mesma fonte familiar, é do conhecimento público que o Hospital do Santo Espírito não dispõe de meios para uma avaliação correcta destes casos, em particular o serviço de TAC, um meio de diagnóstico urgente em casos destes mas que não se encontra disponível naquela unidade de saúde, pelo que Jorge Vasconcelos teve de ser conduzido à Clínica da Praia da Vitória, uma clínica privada, mas quatro horas após ter dado entrada nos serviços do Hospital do Santo Espírito, uma situação que para a família é “inaceitável num caso desta gravidade, onde cada minuto conta e pode fazer a diferença no propósito de salvar uma vida humana”.
A mesma fonte disse à nossa reportagem que o neurocirurgião que havia sido contactado em primeira instância acedeu em receber o doente, cerca da meia-noite, após “ter sido feita uma grande pressão, por meio dos conhecimentos pessoais de amigos e familiares”, mas a decisão revelou-se tardia para Jorge Vasconcelos que acabou por falecer no passado domingo de Páscoa, 12 de Abril.
A família não se conforma com a situação e refere também que aquando ida de Jorge Vasconcelos para o Hospital do Santo Espírito, o mesmo permaneceu naquela unidade hospitalar sem ter dado entrada na Unidade de Cuidados Intensivos, tendo apenas lá entrado a fim de efectuar a preparação para a evacuação para S. Miguel.
Segundo foi referido ao nosso jornal, trata-se de uma situação que põe em causa o próprio serviço regional de saúde que “continua, principalmente nas ilhas de menor dimensão, a funcionar muito aquém das expectativas e necessidades dos açorianos que devem ter acesso a estes cuidados e a estes meios de diagnósticos”.
A concluir a mesma fonte familiar disse que esta é uma situação que não pode voltar a acontecer dado que existem vidas humanas que dependem dos responsáveis por estas urgências “que, com o dinheiro de todos nós, foram dotados com meios que permitem salvar vidas” e que neste caso provocou a perda de um pai de família e uma pessoa que “sempre primou pelo rigor, entrega, honestidade e possuidor de uma imensa vontade e alegria de viver”.
Contactado o Hospital do Divino Espírito Santo, a adjunta da direcção clínica, Inês Leite, declinou quaisquer responsabilidades desta unidade de saúde em relação a este caso referindo que a mesma nunca recusou a transferência do doente e que a mesma é feita através do centro de evacuações que tem normas próprias para a evacuação dos doentes entre os diferentes hospitais. A mesma responsável disse ainda que aquando do primeiro contacto não havia um diagnóstico do doente, dado a impossibilidade do Centro de Saúde de Velas em fazê-lo pelo que não se poderia avançar com a transferência de um doente que nunca tinha tido uma patologia neurocirúrgica, pelo que nunca poderia ser um neurocirurgião a recusar ou a aceitar a sua evacuação até porque só após o TAC é que se diagnosticou o quadro neurológico. “Aliás, nem chegou a haver pedido do Centro de Saúde de Velas para transferir o doente, mas sim um pedido de opinião perante o quadro clínico”, disse, acrescentando que se tratou apenas de uma situação de aconselhamento entre colegas.
A mesma adjunta da direcção clínica ressalvou ainda que em relação ao doente houve um contacto constante entre o neurologista de serviço e as demais unidades de saúde envolvidas e que a evacuação foi realizada pela possibilidade de haver uma complicação neurocirúrgica.
Entretanto a Secretaria Regional da Saúde emitiu ontem um breve comunicado onde explica que foi determinada a instauração de um processo de inquérito para apurar os factos e eventuais responsabilidades ocorridos neste caso. A mesma nota adianta ainda que o processo incide sobre a Unidade de Saúde de S. Jorge, o Hospital do Santo Espírito de Angra do Heroísmo e o Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada.
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Thursday, 9 April 2009
Tuesday, 24 March 2009
Adamastor from "Os Lusiadas" Luis Vaz de Camoes - Artwork by HSSoares
"Adamastor" ( a stanza from "Os Lusíadas" - Luís Vaz de Camões )
.... " knows that all the ships this travel
What you do, they will do, of dared,
Enemy they will have this stopping,
With winds and excessive storms!
And of the first navy, what passage
It will do for these unsuffered waves,
I will do suddenly such a punishment,
That it is bigger damage that the danger!" .... 
Posted by HSSoares at 03:35 0 comments
Friday, 16 January 2009
Blue Balloon
“For the child, loving cards and engravings,
The world is equal to its large appetite.
Ah! That the world is big in the clarity of lamps!
In the opinion of memory that the world is small!”
C. Baudelaire
Loved land, illusion is to have you.
Badly the time to see you,
Pregnant of green, salt and ground
flowers, fruits, fragrances and rhythms,
And it already abandons us without leaving.
Barks of words, dust of sounds,
Regards of the past help to renew
This first and last love.
The voice of Baudelaire, the scream of Rimbaud
They always Join to Van Gogh’s colors
And to the mighty harmonies of Beethoven
the retaken attempt
Of marking eternity
This visit that pain shuts in.
Posted by HSSoares at 03:14 0 comments




